Rumo

Se atordoada,
eu volto pro meu canto,
o de onde me origino.
É sempre de lá, já quieta,
que retomo a trilha
e volto. Volto sim,
Mas é pra sair de novo,
porque, enfim,
quem tem porto
tem barco, remo, 

viagem e recomeço

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Jucélio Souza, esse talentoso artista de Pão de Açúcar

Amanhã já é ontem

O que não se pode pesar